Quando a tecnologia Adoece
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.18843273Palavras-chave:
Neuroplasticidade; Intervenção Biopsicossocial; Saúde Ocupacional; Ciberpsicopatologia.Resumo
Este capítulo investiga as psicopatologias emergentes mediadas por interfaces digitais sob a ótica da clínica multidisciplinar e da rede de cuidado integral. Por meio de uma revisão bibliográfica sistemática com autores brasileiros (2015-2025), analisa-se a desregulação do eixo HPA, a supressão da melatonina e a fragmentação dos sistemas de suporte social decorrentes da hiperestimulação algorítmica. Os resultados correlacionam a exposição crônica a dispositivos com alterações funcionais no córtex pré-frontal e prejuízos no desempenho ocupacional. Conclui-se que a intervenção biopsicossocial deve integrar protocolos de higiene luminosa e reabilitação cognitiva para mitigar os impactos da economia da atenção. O objetivo é subsidiar estratégias terapêuticas que restaurem a autonomia do sujeito e a homeostase psíquica no cenário de hiperconectividade contemporânea
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